El Solsticio nace en Gardunha

Redacción 01/04/10



Os Solstícios sâo os momentos do início de novos ciclos nos calendários dos diferentes povos, civilizaçôes e culturas que deixaram marcas no território.

O imaginário social deste território está intimamente ligado à Natureza, ao espaço temporal e aos elementos do Universo, sendo as Estaçôes do Ano, o sol, a Lua e a Terra e os fenómenos Astrológicos elementos de grande importáncia nas vivências sociais das comunidades e do indivíduo.

A criaçâo desta publicaçâo pretende ser a marca de um momento de início, de descoberta ou redescoberta de um terrítorio em que o Homem e os elementos da Natureza e do Universo se fundem e interagem. O número 0 da Solstício apresenta o Sul da Serra da Gardunha, o seu património e as manifestacôes culturais, pagâs e religiosas mais emblemáticas do imaginario cultural, social e agrícola.


Fuente: Descobrindo

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Este projecto é baseado no tráfico humano para a indústria do sexo e no rápido crescimento desta forma de escravatura. As pinturas são identificadas por sinais de trânsito, estigmatizando o facto de vivermos cada vez mais em função do reconhecimento de sinais e de cores, esquecendo-nos de usar a nossa própria consciência e instinto, deixando-nos ser guiados pelas massas.

Marian Van Der Zwaan não usa retratos com o objectivo de não criar qualquer individualismo, sendo que cada obra poderá representar uma multiplicidade de seres humanos. Usando o corpo feminino ampliado, mas com cores serenas para não fugir à beleza e estética da pintura, não existe um background no projecto High Heel Passenger, pretendendo-se que a figura principal seja objecto de análise sem qualquer distracção.

Esta exposição é uma organização da Câmara Municipal de Estremoz através do Museu Municipal de Estremoz e Galeria Trema e irá estar patente até ao próximo dia 22 de Janeiro de 2011.

FUENTE: CÁMARA MUNICIPAL DE ESTREMOZ


De cómo el Puente saltó por los aires

No se puede entender Lusitania sin este puente y sin este río. Lacer lo levantó entre los años 104 y 106 de nuestra Era, y desde entonces ha sido considerado un objeto de deseo. Reyes castellanos y soldados llegados de uno y otro lado han intentado acabar con él.

Guerras Napoleónicas. 4 de mayo de 1809. Un tal Mayne, militar inglés, ordenó dinamitarlo. El ejército francés andaba cerca, muy cerca. Aún sigue en pie. Es el Puente de Alcántara.

Fuente: Lusipedia